ALMA revela teia interna em maternidade estelar

ESO
09/03/2018

Novos dados obtidos com o ALMA e outros telescópios foram utilizados para criar esta imagem de uma teia de filamentos na Nebulosa de Orion.

Esta imagem incomum mostra parte da famosa Nebulosa de Orion, uma região de formação estelar situada a cerca de 1350 anos-luz de distância da Terra. Este Continuar lendo ALMA revela teia interna em maternidade estelar

Planetas TRAPPIST-1 são provavelmente ricos em água

ESO
08/03/2018

Esta concepção artística mostra vários dos planetas que orbitam a estrela anã ultra fria TRAPPIST-1. Novas observações, combinadas com análise muito sofisticada, deram boas estimativas das densidades dos sete planetas do tamanho da Terra, sugerindo que estes objetos são ricos em materiais voláteis, provavelmente água. [1]
Os planetas que se encontram em órbita da tênue estrela vermelha TRAPPIST-1, situada a apenas 40 anos-luz de distância da Terra, foram inicialmente Continuar lendo Planetas TRAPPIST-1 são provavelmente ricos em água

Glória na escuridão

ESO
07/03/2018

Nesta imagem de grande angular vemos uma nuvem escura de poeira cósmica, iluminada pela luz brilhante de estrelas jovens. Esta nuvem densa é na realidade uma região de formação estelar chamada Lupus 3, onde estrelas extremamente quentes nascem a partir de massas de gás e poeira que estão colapsando. Esta imagem foi criada a partir de dados obtidos com o Telescópio de Rastreio do VLT e com o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, tratando-se da imagem mais detalhada desta região obtida até hoje.

A região de formação estelar Lupus 3 situa-se na constelação do Escorpião, a apenas 600 anos-luz de distância da Terra. Faz parte de um complexo maior Continuar lendo Glória na escuridão

Primeira luz do caçador de planetas ExTrA instalado em La Silla

ESO
05/03/2018

Uma nova infraestrutura nacional instalada no Observatório de La Silla do ESO acaba de executar as suas primeiras observações. Os telescópios do ExTrA procurarão e estudarão planetas do tamanho da Terra que orbitam estrelas anãs vermelhas próximas de nós. O design inovador do ExTrA permite uma sensibilidade bastante melhorada comparativamente a buscas anteriores. Os astrônomos dispõem agora de uma nova ferramenta muito poderosa que ajudará na busca de mundos potencialmente habitáveis.

A mais recente adição ao observatório de La Silla do ESO, no norte do Chile, o ExTrA (Exoplanets in Transit and their Atmospheres), acaba de fazer as suas Continuar lendo Primeira luz do caçador de planetas ExTrA instalado em La Silla

Norte, leste, sul, oeste: as muitas faces de Abell 1758

ESA
02/03/2018

Esta imagem do telescópio espacial Hubble mostra a parte norte do aglomerado de galáxias Abell 1758, A1758N. O aglomerado está a aproximadamente 3,2 bilhões de anos-luz da Terra. [1]
Embora muitas vezes ofuscado por seus primos mais famosos – incluindo o  aglomerado Fornax e o aglomerado de Pandora – Abell 1758 contém mais do que Continuar lendo Norte, leste, sul, oeste: as muitas faces de Abell 1758

Comportamento estranho de estrela revela buraco negro solitário em aglomerado estelar gigante

ESO
28/02/2018

Com o auxílio do instrumento MUSE do ESO, montado no Very Large Telescope no Chile, astrônomos descobriram uma estrela no aglomerado NGC 3201 comportando-se de forma muito estranha. A estrela parece orbitar um buraco negro invisível com cerca de quatro vezes a massa do Sol — o primeiro buraco negro inativo de massa estelar a ser encontrado num aglomerado globular e o primeiro descoberto diretamente através da detecção do seu efeito gravitacional. Esta importante descoberta tem um forte impacto na nossa compreensão da formação destes aglomerados estelares, buracos negros e origem de eventos de ondas gravitacionais.

Os aglomerados estelares globulares são enormes esferas de dezenas de milhares de estrelas que orbitam a maioria das galáxias. Estes objetos encontram-se entre Continuar lendo Comportamento estranho de estrela revela buraco negro solitário em aglomerado estelar gigante

Moldados os primeiros segmentos do espelho principal do ELT

ESO
26/02/2018

Os seis primeiros segmentos hexagonais do espelho principal do Extremely Large Telescope do ESO acabam de ser moldados pela companhia alemã SCHOTT na sua fábrica principal em Mainz. Estes segmentos farão parte do espelho primário de 39 metros do ELT, o qual terá 798 segmentos no total. O ELT será o maior telescópio óptico do mundo, com primeira luz prevista para 2024.

O espelho primário de 39 metros de diâmetro do Extremely Large Telescope (ELT) do ESO [1] será de longe o maior já construído para um Continuar lendo Moldados os primeiros segmentos do espelho principal do ELT

“Aperfeiçoando” galáxias

Hendrik Macedo
09/07/2017

Pessoa contempla o Universo. [1]
Imagens de quatro galáxias foram postadas no Twitter juntamente com um pedido de ajuda para classificá-las em relação às suas respectivas espécies. Continuar lendo “Aperfeiçoando” galáxias

Usando um telescópio para estudar eletrodinâmica quântica

Marcelo M. Guimarães
11/12/2016

Impressão artística mostrando como a luz originada na superfície de uma estrela de nêutrons (à esquerda) é linearmente polarizada à medida que atravessa o espaço em direção à Terra (à direita). Nos dois quadros menores podemos ver um modelo computacional que mostra como a polarização da luz é modifica pelo intenso campo magnético, os vetores vermelhos representam o campo magnético e os vetores azuis o campo elétrico. [1]
Impressão artística mostrando como a luz originada na superfície de uma estrela de nêutrons (à esquerda) é linearmente polarizada à medida que atravessa o espaço em direção à Terra (à direita). Nos dois quadros menores podemos ver um modelo computacional que mostra como a polarização da luz é modifica pelo intenso campo magnético, os vetores vermelhos representam o campo magnético e os vetores azuis o campo elétrico. [1]
A mecânica quântica surgiu no início do século 20 para nos ajudar a entender o comportamento de coisas muito pequenas, Continuar lendo Usando um telescópio para estudar eletrodinâmica quântica

Um sistema múltiplo observado no momento de sua formação

Marcelo M. Guimarães
30/10/2016

Imagem do sistema L1448 IRS3B feita com o ALMA mostrando duas protoestrelas no centro e uma terceira protoestrela mais distante à esquerda. A estrutura espiral de gás e poeira, também visível na imagem, indica instabilidade gravitacional no disco. [1]
Imagem do sistema L1448 IRS3B feita com o ALMA mostrando duas protoestrelas no centro e uma terceira protoestrela mais distante à esquerda. A estrutura espiral de gás e poeira, também visível na imagem, indica instabilidade gravitacional no disco. [1]
Ao se fazer a estatística de multiplicidade estelar percebe-se que a maioria das estrelas possuem uma Continuar lendo Um sistema múltiplo observado no momento de sua formação