Joana dos Santos, Marcus Eugênio Oliveira Lima, Dalila Xavier de França e Marcos Emanoel Pereira
23/02/2026

Estudos recentes indicam que transtornos de saúde mental em crianças e adolescentes são frequentes e afetam significativamente o desenvolvimento e a construção da autonomia na vida adulta, com muitos deles podendo se tornar crônicos, acarretando consequências negativas para o sujeito, mas também para a família, a escola e a sociedade em geral (Santos, 2015). É também recente a atenção mais ampla que a saúde mental de crianças e adolescentes tem ganhado, principalmente em termos de políticas públicas no Brasil. Ainda que historicamente desde o início do século XX existam instituições voltadas ao público infanto-juvenil, estas instituições possuíam propostas majoritariamente assistencialistas, baseadas em modelos institucionalizantes e disciplinares.
O’loughlin e colaboradores (2017) listaram alguns dos fatores psicossociais que podem comprometer o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças e adolescentes, destacando que eles podem estar presentes tanto no contexto escolar quanto no familiar. No contexto escolar, os autores destacam fatores, como: a) o baixo comprometimento escolar; b) preocupações excessivas com a imagem corporal; c) exposição à violência física; d) baixo desempenho acadêmico. No contexto familiar, alguns dos fatores são: a) violência doméstica; b) dificuldades de saúde mental dos pais; c) má gestão familiar e parentalidade negligente; c) o baixo nível socioeconômico; d) o desemprego dos pais e; e) o estresse parental.
Nesta conjuntura, um dos fenômenos mais preocupantes é o crescimento das taxas de suicídio e autolesões entre crianças e adolescentes. O comportamento suicida infanto-juvenil é compreendido como um processo que pode envolver níveis, como: ideação, planejamento, tentativa e, em casos extremos, o suicídio consumado. Os estudos vão demonstrar que os fatores associados à ideação suicida nessa fase de desenvolvimento também são múltiplos e incluem aspectos individuais, como depressão, desesperança, solidão, tristeza, preocupação, ansiedade e baixa autoestima, assim como fatores relacionais, como violências sofridas ou testemunhadas (na escola, comunidade ou residência), problemas na comunicação familiar, vivências de abuso físico ou psicológico no ambiente escolar e a qualidade do relacionamento com os amigos e colegas. O uso de substâncias psicoativas e o contato com pessoas próximas que já tentaram suicídio também são fatores de risco (Moreira & Bastos, 2015).
O suicídio é um grave problema multicausal, que envolve uma série de fatores psicológicos, médicos, morais, religiosos, sociais, econômicos e políticos (Goel et al., 2023), que é responsável por aproximadamente 703 mil mortes por ano no mundo (OMS, 2021). Mais especificamente no Brasil, os estudos indicam uma escalada das taxas ao longo dos anos, por exemplo, Fernandes et al. (2020) realizaram um estudo ecológico de séries temporais para analisar a mortalidade por suicídio entre adolescentes brasileiros entre 1997 e 2016 e identificaram um total de 14.852 óbitos, com predominância para o sexo masculino, ocorridos no domicílio, e observaram que a taxa de mortalidade entre o público aumentou, em média, 1,35% ao ano. No período de 2019 a 2022 a chance de suicídio entre adolescentes foi 21% maior do que entre jovens adultos, evidenciando uma reversão na tendência, que os autores pensam estar associadas ao período da pandemia de Covid-19 (Guimarães; Costa; Moreira, 2022).
O Papel da escola na prevenção
A escola ocupa um lugar central na prevenção ao comportamento suicida, pois muitas vezes é a instância que identifica as demandas de saúde mental e encaminha as queixas para os espaços de cuidado em saúde. Além do mais, ela tem protagonismo na vida de crianças e adolescentes, pois é onde eles passam a maior parte do seu dia, encontram seus pares, formam suas identidades e expressam emoções. No espaço escolar, essas interações constantes podem permitir a percepção de sinais de adoecimento psíquico das crianças e adolescentes (Carneiro; Coutinho, 2015).
Barboza (2024) aponta que, no contexto escolar, o comportamento suicida tem impactos tanto na participação em atividades acadêmicas e no desempenho escolar, quanto nas relações interpessoais, que vão ser agravantes para sentimentos de solidão, isolamento, ausência de sentimento de pertencimento à escola e vulnerabilidade social. E quando o aluno se afasta da escola, por consequência, o estado de saúde mental tende a se deteriorar. O presente estudo teve como objetivo analisar a incidência da ideação suicida de crianças e adolescentes do ensino básico de Sergipe, identificando os fatores e protetivos e de risco nesse fenômeno.
Método
Participantes
Participaram 1850 estudantes do 6º e 10º anos de dez escolas públicas de Sergipe, incluindo estudantes do Programa Estadual de Correção de Fluxo Escolar Sergipe na Idade Certa (ProSIC) do ensino fundamental anos finais (EFAF), e médio (NEM); sendo 47%, de sexo feminino, 50,5% de sexo masculino e 2,6% que não declaram o sexo. As idades variaram de 9 a 26 anos (M = 14,91; DP = 2,26). Essa amostra é representativa dos 2.849 estudantes dessas séries nas dez escolas à época do estudo, com uma margem de erro de muito baixa.
Procedimentos e Medidas
A coleta ocorreu em 2024. Os questionários foram aplicados em sala de aula com todos os alunos. Foi utilizado um questionário impresso, com as seguintes medidas:
– Ideação suicida – avaliada pelo seguinte enunciado geral: “A seguir, encontra-se uma lista de emoções e sentimentos que por vezes as pessoas apresentam. Marque a opção que representa o grau de cada sentimento que você teve durante a última semana…” Sentimento de acabar com a vida.
– Percepção de acolhimento na escola – 9 itens (e.g., A minha escola é um lugar onde me sinto excluído(a). O índice de confiança interna da escala foi bom (α = ,71);
– Casos de violência durante o ano letivo relatados pelos alunos (e.g., Eu fui provocada(o), zoada(o), apelidada(o) ou irritada(o) por algum(a) colega da escola ou professor.) – 7 itens;
– Dados sociodemográficos, incluindo o uso de redes sociais e de telefone celular na escola.
Resultados e Discussão
Observa-se que, embora a maioria deles (66,1%) não tenha apresentado ideação suicida, um percentual significativo de mais de 33,8%, ou seja, 604 estudantes, dentre os 1782 que responderam a esta pergunta, pensou em acabar com a própria vida em algum momento na última semana. Mais alarmante ainda é o dado que demonstra que, 7,1%, o que corresponde a 127 estudantes pesquisados, pensaram no tema quase sempre durante a semana de coleta de dados (Figura 1).

Quando se relaciona a ideação suicida com a série que os estudantes cursavam, nota-se um efeito significativo [X2(12) = 21,74; p = 0,041; η = 0,07]. A análise dos residuais ajustados indica que as taxas de resposta de ausência de ideação (“nunca”) são maiores nos estudantes do 6º (𝜖𝑖 > 2.0). Enquanto as respostas “algumas vezes” são menos frequentes no 6º (𝜖𝑖 > – 2.0) e mais frequentes no 1º ano de ensino médio (𝜖𝑖 > 2.0). Finalmente, a maior taxa de ideação suicida, respostas “quase sempre” se encontra nos alunos do ProSIC EFAF, indicando que 13,2% dos estudantes dessa série apresentam alta taxa de ideação suicida (𝜖𝑖 > 2.0) (ver Figura 2).

O sexo dos participantes também tem efeito significativo sobre a ideação suicida [X2(4) = 98,63; p < 0,001; η = 0,24] e, neste caso, com efeito bem maior que a série. Como se pode ver na Figura 3, quase 80% dos rapazes afirmam não ter experienciado a ideação suicida na última semana. Para as moças o valor cai para pouco mais de 55%, ou seja, 45% delas afirmam ter experienciado esse sentimento nos últimos dias. Mais alarmante ainda é que 1 em cada 10 das estudantes apresenta ideação suicida constante.

A renda familiar dos estudantes também afeta sua ideação suicida de forma significativa e com efeito de tamanho moderado, [X2(16) = 29,45; p = 0,021; η = 0,10]. Na Figura 4 pode-se ver, a partir dos resíduos ajustados, que as condições mais críticas para a significância da relação estão na ideação suicida “quase sempre” dos estudantes de renda familiar de até 1 salário-mínimo (𝜖𝑖 = 3,5) na condição nenhuma ideação suicida (𝜖𝑖 = -3,4) também para este grupo. São eles, os mais pobres, os com maior ideação suicida. Ainda que 9% de estudantes com renda mais elevada na condição de ideação quase sempre, ela não foi crítica para a significância estatística porque nesta condição só há três participantes, um resultado que se contrapõe aos 57 estudantes mais pobres que relataram quase sempre ter ideação suicida.

Não foram identificadas associações entre a cor da pele e a ideação suicida, [X2(8) = 11,41; p = 0,18], indicando que o perfil da ideação independe do perfil étnico-racial dos participantes. Quando se relaciona a ideação suicida com a percepção de acolhimento na escola nota-se um significativo e muito forte efeito [X2(16) = 133,38; p < 0,001; η = 0,27]. O valor do Eta (η) indica a associação entre as variáveis, neste caso muito forte. Pode-se ver que na situação de alto acolhimento escolar 74% dos estudantes não apresentam ideação suicida contra apenas 35% na situação de baixo acolhimento. Nesta última condição, 23% dos estudantes, 1 em cada 5, apresentam constante ideação suicida (ver Figura 5).

Na Figura 6 pode-se ver que existe um efeito de significativo e forte da vivência das violências na escola, X2(16) = 117,81; p < 0,001; η = 0,22]. O valor do Eta (η) indica que 22% da ideação suicida é explicada pela violência na escola, seja sofrida, testemunhada ou perpetrada. As condições críticas para a relação entre esses dois fenômenos se encontram entre os 49,2%% que referem vivenciar frequentemente violências na escola, seja como vítimas, perpetradores ou testemunhas, que não apresentam ideação suicida contra os mais de 73% que não tendo vivenciado violências também não apresentam ideação suicida. Vê-se, portanto, que a constante ideação suicida sobre de 4,6% a 24% em função do aumento da vivência de violências na escola.

Considerações Finais
O objetivo geral deste estudo foi analisar a incidência da ideação suicida de crianças e adolescentes do ensino básico de Sergipe, identificando os fatores protetivos e de risco nesse fenômeno. Os resultados evidenciam que a ideação suicida entre crianças e adolescentes da rede pública estadual de ensino em Sergipe é alarmante, alcançando mais de um terço dos estudantes do 6º ano do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio. Esse dado, por si só, reforça a gravidade do fenômeno e dialoga com pesquisas nacionais e internacionais que apontam para o aumento consistente do sofrimento psíquico e do comportamento suicida na população infanto-juvenil, especialmente em contextos marcados por desigualdades sociais e fragilização das redes de proteção (Barboza, 2024; Fernandes et al., 2020; Guimarães et al., 2022).
A associação significativa entre ideação suicida e série cursada indica que o avanço na idade, mais do que nos ciclos escolares, está relacionado ao aumento da frequência desses pensamentos, uma vez que a maior ideação está entre os estudantes do ProSIC EFAF. Tal achado pode ser interpretado à luz das demandas psicossociais crescentes que caracterizam a adolescência tardia, como maior pressão social, econômica e acadêmica, expectativas quanto ao futuro, conflitos identitários e transições para a vida adulta, vivendo uma ambiência escolar ainda infanto-juvenil. Com efeito, a idade média dos alunos do ProSIC EFAF foi de 17,05 anos (DP = 1,77), ao passo que a idade média dos seus colegas do ensino fundamental foi de 11,82 anos (DP = 1,74). Esses resultados são consistentes com estudos que apontam maior vulnerabilidade emocional em fases de transição escolar, nas quais o suporte institucional tende a se tornar mais difuso, menos individualizado e a diferença de idade dificulta a formação de grupos de amigos e pares na sala de aula. Trata-se de uma situação que merece acompanhamento constante das escolas.
O sexo dos participantes apresentou efeito na explicação da ideação suicida, com as estudantes do sexo feminino relatando significativamente mais pensamentos suicidas do que os estudantes do sexo masculino. Esse achado converge com a literatura que identifica maior prevalência de ideação e tentativas entre meninas, embora os meninos apresentem maiores taxas de suicídio consumado (Fernandes et al., 2020). Essa diferença costuma ser explicada por fatores como desigualdades de gênero no acesso aos direitos e na imposição e deveres e maior exposição a violências simbólicas, relacionais e de gênero (Baére & Zanello, 2018), especialmente no ambiente escolar.
A renda familiar mostrou-se outro fator estrutural relevante, confirmando que adolescentes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica apresentam níveis mais elevados de ideação suicida. Esse resultado, que confirma dados de amostras internacionais (OMS, 2021), reforça a compreensão do suicídio como fenômeno também socialmente determinado, no qual a precariedade material, a insegurança econômica e a limitação de acesso a recursos aumentam a exposição ao sofrimento psíquico e dificultam o acesso às redes de proteção. Não foi identificada associação significativa entre cor da pele e ideação suicida. Dados de 2011 a 2022, cobrindo 147.698 suicídios no Brasil, demonstram que o efeito raça/cor no suicídio é maior dentre a população indígena, que apresenta taxas de notificação de 103,72 por 100.000 habitantes. Não havendo diferenças significativas entre brancos e negros (Oliveira Alves et al., 2024). Esse achado não invalida a relevância das consequências das experiências de racismo e discriminação na saúde mental, mas pode refletir especificidades do contexto investigado ou a mediação de outros fatores, como renda e idade.
Não obstante a importância das variáveis sociodemográficas nos índices de ideação suicida dos jovens estudantes sergipanos, os resultados mais robustos do estudo dizem respeito às variáveis escolares. A percepção de acolhimento na escola explicou uma parcela expressiva da variância da ideação suicida, evidenciando que estudantes que se sentem pouco ou nada acolhidos apresentam níveis significativamente mais elevados de sofrimento psíquico. Esse achado reforça a escola como espaço privilegiado de proteção ou, inversamente, de agravamento das vulnerabilidades emocionais, a depender da qualidade dos vínculos estabelecidos e do apoio institucional aos discentes.
De modo complementar, a vivência de violências no ambiente escolar – seja como vítima, testemunha ou perpetrador – apresentou forte associação com a ideação suicida. Esses dados confirmam que contextos escolares marcados por práticas violentas, humilhações, exclusão social e relações autoritárias produzem efeitos de precarização da saúde mental, ampliando sentimentos de desesperança, isolamento e desamparo. Assim, a violência escolar emerge não apenas como um problema disciplinar, mas como um importante determinante psicossocial do comportamento suicida. Sabe-se que essa violência, sentida, praticada ou testemunhada é motivada, na maior parte das vezes, por preconceitos e discriminações no ambiente escolar e fora dele, como indicam importantes metanálises (Cheng et al., 2025).
Por fim, os resultados reforçam a urgência de políticas públicas que integrem educação, saúde e assistência social, superando abordagens fragmentadas e reativas. A escola, portanto, deve investir no seu potencial preventivo, indo além da transmissão de conteúdos formais, sendo cada vez mais um lugar de cuidado, diálogo e acolhimento. Para tanto, é necessário tomar uma postura ativa, através de medidas no nível micro, como formação continuada de professores e outros atores educacionais, voltada para a comunicação assertiva e sensível sobre saúde mental no cotidiano escolar, em parceria com as equipes de saúde e assistência social. As medidas a nível macro também são importantes e envolvem investimento estatal no fortalecimento e ampliação das equipes de psicólogos e assistentes sociais nas escolas, por exemplo, que possibilitaria aumentar o alcance das práticas, identificação e intervenção nas vulnerabilidades psicossociais e apoio contínuo às crianças e adolescentes.
Referências
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[1] O estudo foi financiado no âmbito do convênio pelo UFS/FAPESE/SEED (TERMO/ACORDO nº 35978/2023).
[2] Vínculos dos autores deste artigo: Departamento e Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Sergipe.
Como citar este artigo: Joana dos Santos, Marcus Eugênio Oliveira Lima, Dalila Xavier de França e Marcos Emanoel Pereira. Saúde mental e ideação suicida: fatores de risco e proteção em estudantes da rede pública estadual de educação. Saense. https://saense.com.br/2026/02/saude-mental-e-ideacao-suicida-fatores-de-risco-e-protecao-em-estudantes-da-rede-publica-estadual-de-educacao/. Publicado em 23 de fevereiro (2026).